
Acidente com lancha na Ilha do Combu reforça alerta para segurança nas férias de julho
Maior movimento em praias, piscinas, igarapés e balneários exige fiscalização, supervisão de crianças e responsabilidade de condutores.
Por Vicente Crispino.
O acidente envolvendo um banhista e uma lancha na Ilha do Combu, em Belém, acendeu um alerta para os riscos em áreas de lazer durante as férias escolares e o verão amazônico. Com o aumento da circulação de pessoas em praias, piscinas, igarapés e balneários, autoridades e frequentadores devem reforçar os cuidados para evitar novos acidentes.
O caso aconteceu no Furo Piriquitaquara. Segundo as informações divulgadas, o banhista pulou de um píer e foi atingido por uma lancha enquanto estava submerso. A vítima sofreu trauma no tórax, passou por cirurgia e permaneceu internada no Pronto-Socorro do Guamá, em Belém, com quadro de saúde estável.
O episódio evidencia a necessidade de maior fiscalização em locais onde embarcações e banhistas utilizam o mesmo espaço. Entre as medidas necessárias estão a delimitação das áreas de banho, sinalização das rotas de navegação, controle da velocidade das embarcações e presença de equipes de segurança e salvamento.
Condutores de lanchas e motos aquáticas devem reduzir a velocidade nas proximidades de praias, píeres e balneários, além de manter atenção constante à presença de pessoas na água. Banhistas também devem evitar mergulhos em áreas de circulação de embarcações e observar o movimento antes de saltar de pontes, trapiches ou píeres.
Durante o mês de julho, o cuidado com crianças precisa ser redobrado. Pais e responsáveis devem manter supervisão permanente, inclusive em locais rasos. Boias, coletes e outros equipamentos de proteção ajudam, mas não substituem a presença de um adulto atento.





