TCE-PA promove oficina para fortalecer governança e resiliência climática no setor público

O Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) realizou, nos dias 23 e 24 de abril, uma Oficina de Integração Setorial para Governança e Resiliência Climática, voltada a servidores de órgãos jurisdicionados. A atividade ocorreu no Centro de Treinamento da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), em Belém.

Organizada pela Secretaria-Geral de Controle Externo (Segecex), com apoio da Escola de Contas Alberto Veloso (Ecav), a oficina reuniu técnicos de diferentes áreas para discutir a incorporação da agenda climática nas políticas públicas estaduais.

Integração e política climática

A iniciativa teve como foco promover o diálogo entre equipes técnicas sobre temas estratégicos, como:

  • Gestão de riscos
  • Mobilidade urbana e transporte
  • Resíduos sólidos
  • Adaptação às mudanças climáticas

Segundo a auditora de Controle Externo Ayamy Migiyama, a proposta é compreender como a resiliência climática está inserida no cotidiano dos órgãos públicos.

“Buscamos entender como esses conceitos estão sendo aplicados na prática, especialmente nas obras e políticas desenvolvidas no estado”, explicou.

Participação interinstitucional

A oficina contou com 32 participantes, entre representantes da Semas, Defesa Civil, Secretaria de Obras Públicas (Seop), Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria das Cidades e Integração Regional (Secir).

Para o coordenador da Semas, Antônio Sousa, a integração é essencial diante dos desafios atuais. “A adaptação climática e a redução de vulnerabilidades exigem atuação conjunta entre as instituições”, destacou.

Já o major Marcelo Santos, da Defesa Civil, ressaltou o papel do TCE-PA na ampliação do debate. “O enfrentamento de desastres é complexo e depende de ações integradas. Trazer esse tema à discussão é um grande serviço”, afirmou.

Apoio à auditoria climática

A oficina integra as etapas da Auditoria Operacional da Política Estadual sobre Mudança Climática, em andamento no Tribunal, e reforça o papel do controle externo na indução de políticas públicas mais eficientes e sustentáveis.

Com informações do TCE-PA.

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