
Grito dos Excluídos reúne movimentos sociais em Rio Branco para defender moradia e direitos das
Ato reuniu 80 grupos na Praça da Revolução, em Rio Branco, com foco em pautas sociais e cobrança por direitos básicos.
O 32º Grito dos Excluídos e das Excluídas mobilizou 80 grupos entre associações e sindicatos nesta segunda-feira (7) na Praça da Revolução, no Centro de Rio Branco, capital do Acre. A manifestação focou na defesa do direito à moradia e na valorização dos direitos das mulheres.
Diferente de anos anteriores, o ato não avançou para a rua onde ocorria o desfile cívico-militar, mantendo os manifestantes com cartazes e faixas concentrados na praça. Entre os participantes estavam entidades como a Pastoral do Imigrante e o Movimento das Mulheres Negras.
Denúncia de estruturas opressoras
Representante da Pastoral do Imigrante, Aurinete Brasil afirmou que o objetivo do protesto foi denunciar estruturas opressoras e excludentes, além de lutar contra injustiças associadas ao sistema capitalista e imperialista.
"O 7 de setembro é nosso, então, nós viemos para cá com esse propósito", declarou Aurinete ao destacar a união de dezenas de movimentos e associações presentes no ato público.
Histórico da manifestação
Criado no Brasil em 1994, o Grito dos Excluídos realizou sua primeira edição em setembro de 1995 para aprofundar temas da Campanha da Fraternidade. A partir de 1999, o movimento expandiu sua atuação para além das fronteiras brasileiras, alcançando outros países das Américas como uma expressão de força social e cobrança por responsabilidade estatal.
Fonte / Com Informações: G1 Acre
O que você achou desta notícia?
✓ Obrigado por participar! Sua reação foi registrada.
Não foi possível registrar sua reação. Tente novamente.
🔒 Privacidade: este recurso não solicita nem armazena dados pessoais. Registramos apenas totais agregados de reações. Sua escolha fica salva somente neste navegador para evitar votos repetidos.