
iPhone 18 Pro deve subir de preço devido ao custo de memórias
Relatório aponta que custos com chips de memória subiram 400%, tornando inevitável o reajuste nos próximos smartphones da marca.
A Apple enfrenta os impactos da crise global de semicondutores e deve repassar parte dos custos para os novos smartphones da marca. Segundo um relatório da TrendForce divulgado em 3 de setembro de 2026, componentes essenciais foram adquiridos por um valor bem mais caro que o padrão anterior do mercado, impulsionados pela alta demanda do setor de inteligência artificial por chips em data centers.
O levantamento aponta que a fabricante vai pagar quatro vezes mais (ou 400%) pelas memórias dos iPhones 18 Pro e Pro Max, afetando principalmente a variante de 256 GB. Diante disso, a empresa tentou negociar valores menores para outros componentes e planeja absorver parte do impacto com a receita da divisão de serviços.
Apesar das tentativas de contenção, o relatório classifica como praticamente inevitável que a Apple aumente o preço de lançamento dos dois aparelhos, seguindo uma tendência já adotada por outras fabricantes e pela própria marca em notebooks e tablets.
Previsões para o iPhone dobrável
O estudo também estimou os valores para o novo iPhone Ultra, modelo dobrável que será apresentado na mesma conferência. O dispositivo vai custar a partir de US$ 2.299 (quase R$ 11,9 mil) e ultrapassar os US$ 3 mil (ou R$ 15,5 mil) na configuração mais avançada.
Os novos aparelhos serão revelados oficialmente pela companhia em um evento marcado para a próxima quarta-feira (9). Por sua vez, a versão base do iPhone 18 e outras variantes devem aparecer apenas em uma apresentação nos primeiros meses de 2027.
Fonte / Com Informações: TecMundo
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