
Cuidados com a pele exigem atenção redobrada no verão amazônico
Médica da rede estadual de saúde alerta para hidratação, proteção solar e vigilância contra lesões suspeitas durante o período mais quente do ano.
Com o aumento da temperatura, e a chegada do chamado verão amazônico exige atenção especial com a saúde da pele. A médica dermatologista Carmem Gusmão, da Policlínica Metropolitana, orienta sobre os principais cuidados necessários para manter a pele protegida e saudável neste período.
A exposição prolongada ao sol, comum nesta época, aumenta os riscos de queimaduras, envelhecimento precoce e câncer de pele. Por isso, o uso do protetor solar deve ser diário, mesmo em dias nublados. “A fotoproteção é indispensável. O protetor solar precisa ter fator acima de 30, ser reaplicado a cada duas horas e após o banho de rio ou mar”, recomenda a especialista.
Outro ponto fundamental é a hidratação. A médica explica que a pele perde mais água com o calor e precisa ser constantemente hidratada, tanto com a ingestão de líquidos quanto com o uso de cremes. “Beber bastante água e aplicar hidratantes após o banho ajudam a manter a integridade da pele”, afirma Carmem.
A escolha das roupas também influencia. Tecidos leves, claros e que cobrem mais o corpo ajudam a evitar danos causados pela radiação solar. O uso de chapéus, bonés e óculos com proteção UV também é recomendado.
A dermatologista alerta ainda para a observação de manchas ou lesões que apareçam ou mudem de aspecto. “Manchas que coçam, descamam, sangram ou mudam de cor devem ser avaliadas por um especialista. O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento eficaz do câncer de pele”, destaca.
Além das medidas preventivas, Carmem Gusmão reforça a importância das consultas regulares com dermatologistas, especialmente para quem tem pele clara, histórico familiar ou já apresentou queimaduras solares na infância.
Destaques:
- Uso de protetor solar com fator acima de 30 é essencial.
- Hidratação deve ser feita com ingestão de água e uso de cremes.
- Lesões suspeitas devem ser examinadas por especialistas.
Com informações de: Agência Pará





