La Niña retorna em 2026, mas deve ser fraca, diz agência da ONU
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou que há 75% de chance do fenômeno La Niña se manifestar nos primeiros meses de 2026, embora de forma fraca. A previsão indica uma transição gradual do atual El Niño, que deve enfraquecer entre dezembro e fevereiro.
Apesar da intensidade moderada prevista, a La Niña pode afetar o clima global, com impactos como chuvas acima da média no norte do Brasil e seca no sul. A OMM ressalta que, mesmo eventos considerados fracos, podem ter consequências severas, sobretudo em regiões vulneráveis.
Outro ponto de atenção é que 2023 foi o ano mais quente já registrado, e 2024 pode repetir o feito, devido à combinação do aquecimento global com o El Niño. Isso reforça a urgência de ações climáticas globais, segundo os especialistas.
A OMM também destaca que o fenômeno La Niña, ainda que mais fraco, pode influenciar a temporada de furacões no Atlântico, aumentando a frequência e intensidade das tempestades.
Com informações da Agência Brasil.





