Pesquisa Datafolha mede intenções de voto para a Presidência em 2026

Levantamento testa 13 nomes no primeiro turno e quatro possíveis confrontos de segundo turno, além de medir rejeição e interesse do eleitor.

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Uma nova pesquisa eleitoral do Datafolha mede as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026 após o início do horário eleitoral. O levantamento investiga 13 nomes em dois cartões de primeiro turno e testa quatro cenários de segundo turno, sempre colocando o presidente Lula diante de um adversário.

A coleta de campo ocorre de 1º a 3 de setembro de 2026, com divulgação dos resultados marcada para 3 de setembro. Estão programadas 2.002 entrevistas em todo o país, com margem de erro máxima de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O estudo foi contratado pela Empresa Folha da Manhã S.A. e pela Globo Comunicação e Participações S.A., e recebeu o número de registro BR-03669/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.

Cenários de primeiro e segundo turnos

No primeiro turno com votação estimulada, o questionário apresenta Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Lula (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Wilson Grassi (Democrata) e Romeu Zema (Novo). Pablo Marçal aparece apenas em um dos cartões apresentados aos entrevistados, enquanto o levantamento também inclui a opção de voto espontâneo.

Para a segunda etapa da disputa presidencial, o Datafolha testa quatro confrontos diretos envolvendo o atual chefe do Executivo contra Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. O questionário também averigua se o eleitor considera o voto totalmente decidido ou se pretende mudar de ideia até o dia do pleito.

Avaliação de governo e engajamento do eleitor

O levantamento registra a avaliação da administração federal em duas perguntas distintas, na qual os entrevistados classificam o governo como ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de indicarem aprovação ou desaprovação do trabalho presidencial. A pesquisa mede ainda o grau de interesse por política e o comportamento do eleitorado em relação ao consumo de conteúdos eleitorais nas redes sociais como Facebook, Instagram, TikTok e Kwai.

Fonte / Com Informações: Veja

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