Curro Velho: 35 anos de arte e transformação social às margens do Guamá
Há 35 anos, nas margens do rio Guamá, em Belém, o Curro Velho semeia arte, cultura e inclusão. Fundado em 1988, o espaço tornou-se um centro de formação artística e cidadã, abrindo caminhos para crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.
A proposta sempre foi ousada: usar a arte como ferramenta de transformação social. Oficinas de teatro, música, cinema, dança, artes visuais e cultura popular são ofertadas gratuitamente à população, em especial para quem vive em comunidades periféricas da capital paraense.
Durante as celebrações, o Governo do Pará, por meio da Fundação Cultural do Pará, ressaltou o impacto do projeto. São milhares de vidas atravessadas pela arte, muitas das quais encontraram no Curro Velho não apenas um ofício, mas um sentido de pertencimento e autoestima.
Além das atividades formativas, o Curro Velho também promove ações ambientais e de valorização da identidade amazônica. Em suas palavras, o espaço é mais que um centro cultural: é um território de resistência, memória e criação.
Com informações da Agência Pará.





