Parques Ambientais do Pará preservam biomas e fortalecem o turismo sustentável
Unidades de conservação atraem milhares de visitantes e garantem educação ambiental e lazer seguro.
Nesta sexta-feira (5), data em que se comemora o Dia da Amazônia, o Governo do Pará destaca os resultados positivos dos Parques Ambientais geridos por seu instituto de conservação (Ideflor‑Bio), ressaltando seu impacto na sustentabilidade, lazer e turismo responsável na região.
Unidades de conservação localizadas em Belém, Afuá, Monte Alegre, São Geraldo do Araguaia e Almeirim desempenham o papel de protetoras de ecossistemas inteiros — tais parques são de proteção integral e não permitem moradia em seu interior, garantindo a integridade da fauna e da flora amazônicas, enquanto preservam os modos de vida das comunidades tradicionais ao redor.
No primeiro semestre de 2025, o Parque Estadual do Utinga (Camillo Vianna), localizado em Belém, recebeu mais de 320 mil visitantes. A unidade oferece infraestrutura completa, com trilhas ecológicas, esportes radicais, mirantes, cafeterias e espaços de convivência, sendo um importante ponto de contato entre o urbano e o amazônico.
Com vistas à COP30, o estado empreende investimentos no Utinga, como a construção de um Centro de Apoio aos Visitantes, que abrigará museu, auditório e cafés. Também estão previstos reforços na sinalização, manutenção de trilhas e instalação de pontos de hidratação e contemplação — iniciativas que reforçam o parque como legado urbano e ambiental.
No Arquipélago do Marajó, o Parque Estadual do Charapucu destaca-se por sua vegetação típica de várzeas e igapós bem preservadas. A unidade incentiva o turismo ecológico, viabiliza pesquisas científicas e promove educação ambiental, valorizando o patrimônio natural da região.
Já o Parque Estadual de Monte Alegre, localizado no Baixo Amazonas, ganhou projeção internacional por sua relevância arqueológica. Ele foi incluído no programa 2022 World Monuments Watch, em função das pinturas rupestres preservadas que ajudam a compreender a história pré-colombiana na Amazônia.
Além das unidades já existentes, o governo estadual tem expandido o portfólio de parques ambientais. O Parque Ambiental Yasuhide Watanabe, em Santa Izabel do Pará, por exemplo, conta com playground, orquidário e espaço pet — sendo um destaque de infraestrutura para lazer e convívio comunitário.
Essas Unidades de Conservação não apenas preservam o meio ambiente, mas também impulsionam o turismo sustentável, fomentam a educação ambiental, fortalecem o bem-estar da população e ajudam a gerar renda local por meio de visitas e atividades voltadas à cultura amazônica.
O papel social e econômico dessas áreas protegidas se amplia com seu uso planejado: além do patrimônio natural, elas se tornam vetores de capacitação profissional, engajamento comunitário e valorização cultural, ajudando a construir um modelo replicável de desenvolvimento sustentável na Amazônia paraense.
Com informações da Agência Pará.





