Helder Barbalho recebe “Carta das Mulheres da Energia” e propõe protagonismo nacional

No Congresso das Mulheres da Energia, governador defende COP30 da implementação e justiça climática.

O governador do Pará, Helder Barbalho, participou nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, da 4ª edição do Congresso Brasileiro Mulheres da Energia, realizado em São Paulo, onde recebeu a “Carta das Mulheres da Energia: um chamado à COP30” — documento formulado por especialistas, parlamentares, empresárias e acadêmicas com foco na transição energética justa, inclusão e enfrentamento da crise climática.

A COP30, marcada para ocorrer em Belém em novembro de 2025, também celebrará os 10 anos do Acordo de Paris. Para o governador, este será um momento crucial de prestação de contas. “Dez anos depois do Acordo de Paris, será a hora de checar o que foi feito, o que não foi entregue e o que precisa ser garantido. Nossa expectativa é que a COP30 seja a COP da implementação, com resultados reais em financiamento climático, transição energética e redução de emissões”, declarou.

A carta foi lida por Zilda Costa, vice‑presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), e entregue em mãos por Lúcia Abadia, presidente do congresso. No momento solene, dezenas de representantes de movimentos, entidades setoriais e iniciativas do setor estiveram reunidas no palco.

O documento enfatiza que a transição energética é um processo “não apenas tecnológico, mas social, político e profundamente humano”, com compromissos claros: institucionalização da voz feminina na COP30, criação de mecanismos permanentes de participação, articulação com associações setoriais e inclusão de critérios de justiça de gênero e raça no combate à pobreza energética.

Helder Barbalho afirmou que é uma honra ser o emissário da carta, destacando que “justiça climática exige justiça social” e a importância de valorizarem “quem constrói soluções concretas nos territórios”.

Ele também reforçou a relevância da Amazônia e da sociedade civil na conferência. Para o governador, a realização da COP30 em Belém ampliará o diálogo democrático, com participação de povos indígenas, quilombolas, extrativistas e movimentos de mulheres na Zona Verde do evento.

Com informações da Agência Pará.

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