Governo do Amapá acompanha obras em escola indígena e reforça diálogo com comunidades originárias

O Governo do Amapá esteve nesta semana na Aldeia Kumarumã, território do povo Galibi-Marworno, no município de Oiapoque, para acompanhar as obras de reforma e ampliação da Escola Indígena Estadual Camilo Narciso. A visita também teve como foco ouvir as demandas da comunidade e reforçar o compromisso com uma gestão próxima e participativa.

A escola, uma das maiores unidades em território indígena no estado, atende estudantes do Ensino Fundamental I ao Ensino Médio e é referência educacional na região mais afastada da sede do município.

Durante a vistoria técnica, a secretária de Estado dos Povos Indígenas, Sonia Jeanjacque, destacou a importância de acompanhar presencialmente o andamento das obras e garantir que a estrutura reflita as necessidades apontadas pela própria comunidade:

“A visita foi justamente para verificar in loco o andamento das obras. Não é apenas uma reforma, mas uma ampliação significativa. Estar presente permite escutar as lideranças e assegurar uma entrega responsável e respeitosa ao território indígena.”

Além da vistoria, a comitiva promoveu um momento de escuta qualificada com moradores e lideranças da aldeia, reforçando a construção de políticas públicas alinhadas à realidade local.

Presença contínua e apoio institucional

A visita integra uma agenda mais ampla da Secretaria dos Povos Indígenas, que recentemente promoveu ações de acolhimento a acadêmicos indígenas da Unifap, oferecendo apoio institucional e serviços essenciais para garantir a permanência desses estudantes no ensino superior.

Outra frente de atuação foi a Aldeia Kumenê, também em Oiapoque, onde o Estado manteve o diálogo direto com as comunidades, ouvindo demandas e acompanhando de perto o cotidiano dos povos originários.

Com essas ações, o Governo do Amapá reafirma que não governa à distância, e que a educação, o diálogo e o respeito às culturas tradicionais seguem como pilares para políticas públicas construídas com e para os povos indígenas.

Com informações da Agência Amapá.

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