Governo do Amapá capacita municípios para uso do Observatório da Mulher

Plataforma digital apoia rede de proteção e monitoramento da violência de gênero.

O Governo do Amapá iniciou, nesta segunda-feira (29), a capacitação da Plataforma Observatório da Mulher para equipes de Centros de Referência de municípios do Estado. A ferramenta digital foi criada para fortalecer a rede de proteção às mulheres e aprimorar o monitoramento de dados sobre violência de gênero.

A formação é coordenada pela Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (Sepm) e tem como objetivo qualificar os profissionais que atuam diretamente no atendimento às vítimas, garantindo maior eficiência na coleta, análise e compartilhamento das informações.

De acordo com a Sepm, o Observatório da Mulher permitirá a integração de dados entre diferentes instituições e municípios, tornando possível mapear ocorrências e identificar padrões de violência. O sistema também deve subsidiar a formulação de políticas públicas mais eficazes de prevenção e enfrentamento.

Os Centros de Referência dos municípios desempenham papel fundamental nesse processo, pois são responsáveis pelo primeiro acolhimento das mulheres em situação de violência. Com a plataforma, será possível agilizar atendimentos e oferecer suporte mais direcionado, de acordo com as necessidades identificadas.

A capacitação envolve treinamentos práticos sobre o uso da ferramenta, além de discussões sobre fluxos de atendimento e estratégias de integração entre órgãos da rede. O governo destaca que a medida representa um avanço na modernização das políticas de proteção às mulheres no Amapá.

Segundo a secretaria, a implantação do Observatório é parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da autonomia feminina e ao combate à violência doméstica e sexual, assegurando maior amparo às vítimas em todas as regiões do Estado.

Com essa iniciativa, o Amapá busca alinhar-se às melhores práticas nacionais de proteção, tornando-se referência na utilização de tecnologias digitais como suporte para a defesa dos direitos das mulheres.

Com informações de: Agência Amapá

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