Lula pede a Trump fim de sobretaxa a produtos brasileiros em conversa bilateral

Presidente brasileiro defende retomada do diálogo comercial e equilíbrio nas relações com os EUA.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou nesta quinta-feira (2) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um contato diplomático voltado à reaproximação econômica entre os dois países. Durante a conversa, Lula pediu o fim das tarifas impostas sobre produtos brasileiros, em especial o aço e o alumínio, que sofreram sobretaxação desde 2018.

Segundo informações do Palácio do Planalto, o presidente brasileiro destacou que a medida é fundamental para restabelecer a competitividade das exportações nacionais e fortalecer a relação comercial bilateral. Lula argumentou que o comércio entre Brasil e Estados Unidos deve se basear em princípios de reciprocidade e respeito mútuo, sem barreiras que prejudiquem os produtores brasileiros.

A conversa também abordou temas estratégicos como cooperação em energia limpa, transição ecológica e investimentos industriais, áreas consideradas prioritárias nas novas diretrizes de política externa do Brasil. O presidente ressaltou que o país busca ampliar parcerias que contribuam para geração de empregos e crescimento sustentável.

Lula reforçou que o Brasil está comprometido em manter relações equilibradas com todas as grandes economias globais, buscando oportunidades comerciais que impulsionem a indústria nacional e promovam inovação tecnológica.

O pedido de revisão das tarifas faz parte de um esforço diplomático mais amplo conduzido pelo Ministério das Relações Exteriores e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com o objetivo de recuperar mercados estratégicos e reduzir barreiras comerciais enfrentadas por exportadores brasileiros.

De acordo com o governo, o diálogo entre Lula e Trump foi considerado cordial e produtivo, abrindo caminho para uma nova etapa de negociações bilaterais. A expectativa é que representantes dos dois países avancem em tratativas técnicas nas próximas semanas.

Com informações de: Agência Brasil e Palácio do Planalto

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