Fux é o terceiro a votar e STF mantém placar de 2 a 0 pela condenação de Bolsonaro
Sessão recomeça com o voto de Fux; faltam ainda os votos de Carmen e Zanin nesta semana.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (10), às 9h, o julgamento que pode levar à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por trama golpista. O terceiro voto será proferido pelo ministro Luiz Fux, abrindo a nova rodada decisiva da sessão. Agência Brasil
Até o momento, o placar está em 2 a 0 a favor da condenação, com os votos dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino. Agência Brasil+1
Alexandre de Moraes foi o primeiro a votar, indicando que Bolsonaro e seus aliados agiram como uma organização criminosa armada, com a clara intenção de implementar um golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele enumerou os 13 atos executórios que caracterizam a trama, incluindo invasões e ameaças ao Estado de Direito. Agência Brasil+1
Na sequência, o ministro Flávio Dino confirmou o voto pela condenação de todos os réus, mesmo reconhecendo graus diferenciados de participação. Defendeu penas maiores para Bolsonaro e Braga Netto e menores para Ramagem, Heleno e Paulo Sérgio. Rejeitou, ainda, qualquer possibilidade de anistia para os crimes apontados. Agência Brasil
Nesta quarta-feira, o ministro Luiz Fux será o terceiro a votar. Sua manifestação será decisiva para encaminhar o julgamento. Após ele, ainda restarão os votos de Cármen Lúcia e do presidente da turma, Cristiano Zanin. Agência Brasil
A condenação depende de maioria simples: três votos entre os cinco ministros. Só então se definirá o tempo de pena, que poderá chegar a 30 anos em regime fechado. Agência Brasil
A segurança jurídica e a estabilidade institucional estão em jogo neste julgamento. A presença contínua do Supremo reafirma sua função como guardião da democracia, respondendo a desafios que vão além do caso individual, apontando para a proteção do Estado de Direito. Agência Brasil+1
A próxima etapa da sessão está marcada até o dia 12 de setembro, com expectativa de que o julgamento seja concluído ainda nesta semana. Agência Brasil+1





