Petrobras afirma que estudos não identificaram impactos diretos na Foz do Amazonas
Petrobras informou ao Broadcast, do O Estado de S. Paulo, nesta segunda-feira (21) que os estudos realizados na Margem Equatorial não identificaram impactos socioambientais diretos sobre comunidades ou terras indígenas decorrentes das atividades no bloco FZA-M-59, situado na bacia da Foz do Amazonas, costa do Amapá.
Em paralelo, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) a suspensão imediata da licença de perfuração concedida à estatal para o mesmo bloco. O pedido integra recurso apresentado pelo MPF na quinta-feira (17).
O MPF aponta que 17 municípios do Pará estão na área de influência do empreendimento.
Segundo o MPF, embarcações partem do porto de Belém e cruzam rotas de alta sensibilidade ambiental, onde famílias indígenas, quilombolas e pescadores artesanais relatam redes destruídas, peixes afugentados e risco de acidentes.
Fonte / Com Informações: Diário do Amapá – Última
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