
Amapá celebra 2026 com festa histórica e reforça avanços no desenvolvimento do estado
Com o anfiteatro da Fortaleza de São José de Macapá tomado por milhares de pessoas, o Amapá recebeu 2026 em clima de celebração, confiança e progresso. O “Maior Réveillon da Amazônia” marcou a virada do ano com shows, queima de fogos sem estampido e muita emoção — encerrando um ciclo de conquistas históricas para o estado.
“Graças a Deus, temos muito a comemorar. O Centro de Radioterapia, novos hospitais e recorde na geração de empregos mostram o quanto avançamos em 2025. E 2026 será ainda melhor: com mais inclusão, respeito e amor”, afirmou o governador Clécio Luís.
Festa e economia caminham juntas
A programação, que durou cinco noites, reuniu mais de 50 atrações locais e nacionais, incluindo nomes como Nattan, Natanzinho Lima, Grupo Revelação, Anitta e Chitãozinho & Xororó. Tudo isso em um ambiente seguro e aberto ao público — com foco em famílias, cultura e renda para pequenos empreendedores.
“Transformamos o Réveillon em política pública de turismo. Isso gera emprego, movimenta a economia e projeta o Amapá para o Brasil e o mundo”, destacou o governador.
Mais de 250 empreendedores participaram da estrutura montada no entorno da Fortaleza, com apoio do Governo do Estado e parceiros.
Amapá virou. E você faz parte disso
Com o tema “O Amapá virou. E você faz parte disso”, o evento se consolidou como símbolo da transformação positiva do estado. Segundo a última pesquisa pós-Expofeira, 70% da população aprova a gestão estadual — reflexo direto dos investimentos em saúde, infraestrutura, empreendedorismo e inclusão.
A realização do evento contou com o apoio do Instituto Cena Livre, articulação do senador Davi Alcolumbre e patrocínio de empresas como Betano, O Boticário, Caixa e Elo.
Vitrine para o futuro
Com a visibilidade internacional gerada pela COP30, o Amapá quer transformar o Réveillon em uma vitrine global: sustentável, moderna e atrativa para investidores.
A virada do ano não foi apenas uma festa — foi a celebração de um novo tempo. Um tempo em que o Amapá avança, com a população no centro de tudo.





