Conciliar preservação ambiental e desenvolvimento é destaque na 2ª Jornada Climática no Amapá

Governador Clécio Luís enfatiza papel do Judiciário na harmonização entre crescimento e proteção da Amazônia.

O governador Clécio Luís participou, em 18 de agosto de 2025, da abertura da 2ª Jornada de Justiça Climática e Transformação Ecológica, em Macapá, evento preparatório para a COP‑30.

Durante sua fala, o governador destacou a importância de preparar magistrados e procuradores para tratar de temas cruciais à Amazônia. Ele sublinhou que o diálogo e a formação qualificada contribuem para decisões mais equilibradas, que permitam desenvolvimento econômico sem descurar da preservação ambiental.

O evento, promovido pela Escola de Magistratura Federal da 1ª Região, em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reúne também membros do Ministério Público, Defensoria Pública, advocacia, instituições estatais, professores e representantes de comunidades tradicionais.

O juiz federal Jamil de Jesus Oliveira ressaltou que conciliar progresso econômico, bem-estar social e sustentabilidade ambiental exige uma atuação conjunta entre Estado e sociedade civil. Ele destacou que é essencial combinar instrumentos legais e econômicos para incentivar práticas ambientais positivas e penalizar as destrutivas.

O evento ocorre no contexto da Semana Nacional da Pauta Verde, com adesão de diversos tribunais, estaduais e federais. A iniciativa visa agilizar o julgamento de processos ambientais, que somam atualmente cerca de 400 mil casos em tramitação, com a meta de avançar em aproximadamente 48 mil processos somente nesta semana.

Além do governador, outras autoridades marcaram presença. Segundo o Jornal O Amapá, também compareceram o presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, o desembargador Jayme Ferreira, além de autoridades federais e membros do CNJ.

O presidente do TJAP, desembargador Jayme Ferreira, acrescentou que a Amazônia é um patrimônio nacional. Ele defendeu que a preservação do meio ambiente deve andar lado a lado com a dignidade humana e que o Judiciário deve integrar proteção ambiental e justiça social na região.

Com informações da Agência Amapá.

MOSTRAR MAIS

ARTIGOS RELACIONADOS

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Translate »