Estudantes de Belém participam de ações práticas para enfrentar a crise climática

Escolas municipais promovem viveiros e hortas paraense-ribeirinhas como parte da preparação para a COP30.

Em Belém, alunos de escolas municipais estão sendo mobilizados para atuar de forma presencial na educação ambiental e no combate à crise climática, conforme a programação da COP30.

Na Escola Municipal Helder Fialho Dias, localizada no Outeiro, os estudantes participam do projeto “Viveiro Educador”, que prevê o cultivo de mudas de árvores frutíferas e de arborização urbana para auxiliar no sequestro de carbono.

Enquanto isso, na Escola Municipal Milton Monte, na Ilha do Combu, a iniciativa vai além da horta convencional: a instituição implantou uma horta medicinal com plantas tradicionais da cultura ribeirinha, sob coordenação da professora Thamires Trindade.

Segundo o professor Mauro Torres, coordenador do Viveiro Educador, cerca de 30 alunos já foram formados como “agentes monitores ambientais”, com a missão de depois treinar outros colegas.

Uma das alunas-monitoras, Vitória da Silva (15 anos), afirmou que o projeto permite “aprender para levar para outras pessoas”. Ela participa ativamente tanto do viveiro quanto da formação de novos monitores.

A horta medicinal da Milton Monte situa-se num contexto de valorização de saberes ancestrais, pois o cultivo envolve plantas de uso tradicional em comunidades ribeirinhas. Conforme a professora, “os alunos visitaram moradora da ilha, conheceram ervas e trouxeram mudas” para o quintal da escola.

A atividade integra o plano da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia de Belém (Semec) de fortalecer protagonismo estudantil, sustentabilidade e práticas de educação ambiental no município, especialmente no cenário de preparação para a COP30.

Com informações de: Agência Belém.

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